yom kipur - véspera leis

Yom Kipur

VÉSPERA DE YOM KIPUR

As leis de Yom Kipur

Véspera de Yom Kipur
KAPAROT
·         O costume é de fazer kaparot na véspera de yom kipur logo ao amanhecer, pois é o tempo mais propício para que vigore a qualidade de piedade. Se pega um galo para um homem e uma galinha para uma mulher. Caso a mulher esteja grávida, se pega um galo e uma galinha. Duas pessoas podem pegar um galo em sociedade para kaparot.
·         Cada um pega seu galo com a mão direita e recita os devidos versículos. Depois pega o galo e dá volta sobre a cabeça e diz zé chalifati e etc... . caso faça para outras pessoas, deve dizer ze caparatchá ou zé caparatchem. Primeiro deve fazer para si mesmo. A pessoa deve pensar que o que fazem com o galo, deveria ser feito com ele. Pode ser feito com peixe. Nestes casos, devem ser resgatados por dinheiro e que o dinheiro seja dado aos pobres.kaparot podem ser feitas com dinheiro também.
 
PARTES QUE NÃO SÃO CITADAS NA TEFILÁ
·         Não se diz mizmor letodá, tachanun, lamnatseach e avinu malkenu. Exceto quando yom kipur cai no shabat, que neste caso se diz avinu malkenu na sexta-feira, véspera de yom kipur em shacharit.
 
COMER NA VÉSPERA DE YOM KIPUR
·         É um mitsvá comer e beber na véspera deste dia. Todo aquele que come e bebe na véspera deste dia, é considerado que como estivesse jejuando neste dia. É mitsvá comer peixe na refeição anterior à seudá mafsseket.
 
PEDIR DESCULPAS
·         Pecados entre uma pessoa e seu amigo, yom kipur não perdoa até que peça desculpas à seu amigo. Porém pecados entre a pessoa e D'us, yom kipur perdoa. Portanto a pessoa deve deve ser muito minuciosa que caso esteja com ele pertences de outras pessoas não de acordo com a halachá, que o devolva e lhe peça desculpas. Caso tenha na mão dele algum pertence que não tem certeza se é dele ou de seu companheiro, que avise à seu amigo que depois de yom kipur esclarecerá a lei sobre este assunto.
·         Mesmo que pecou contra seu amigo somente em palavras feias, deve se desculpar com ele pessoalmente. Porém caso tenha dificuldade em dirigir-se pessoalmente, pode fazer isto através de um intermediário. A pessoa que estão pedindo desculpas dele, não deve ser duro de perdoar, pois isto não é um comportamento adequado à um yehudi. E pelo contrário, caso o pecador não tenha se dirigido à pessoa que pecou contra ele, a pessoa ofendida deve se mostrar ao ofensor, para que este peça desculpas e se limpa do pecado.
·         Caso a pessoa que foi ofendida tenha falecido, o ofensor deve trazer dez pessoas à sua tumba, e pedir desculpas segundo o texto impresso em diversos lugares. O ofensor deve ir descalço ao cemitério e detalhar o pecado feito, caso não seja uma vergonha ao falecido. Caso tenha xingado a pessoa depois de falecida, basta pedir desculpas no lugar que xingou-o. Caso tenha dito uma difamação depois de ter falecido, a pessoa deve fazer teshuvá sobre ter passado a proibição de ter difamado um falecido.
 
MIKVÊ/MINCHÁ & VIDUI
·         É mitsvá imergir no micvê na véspera de Yom Kipur após chatsot.
·         Quando as pessoas vão à sinagoga para rezar minchá, devem vestir roupa de Shabat. Na reza de minchá recita-se depois da shemone esre o "vidui".
·         Antes de recitar "elokai nitsor" SE DIZ "YIHIU LERATSON IMREI PI LEFANECHA HASHEM TSURI VEGOALI". Em seguida começa o vidui recitando "elokeinu veelokei avoteinu", que é o início do vidui, até as palavras "vecholaim raim". Após o vidui se recita o Elokai Nitzor e yihiu leratson.
·         Caso o chazan já tenha iniciado a chazará durante que a pessoa está recitando o vidui, já que a pessoa recitou o yihiu leratson, pode responder amen, recitar kedushá e modim.
·         O vidui deve ser dito quando a pessoa está de pé, porém um pouco curvado como em modim. Quando a pessoa recita o pecado, deve bater com o punho em seu coração, simbolizando que o coração é o culpado pela pessoa ter feito os pecados.
·         O texto do vidui está impresso nos machzorim. Todos devem dizer (o vidui recitado em público) ao mesmo tempo. A pessoa que se lembrou de um pecado que ela fez que não está recitado no vidui, que recite-o na sua reza particular. pecados recitados no ano passado, mesmo que tem certeza que n'ao os fez novamente, deve recitar outra vez.
·         Após minchá, não se recita avinu malkenu, tanto se yom kipur caiu num dia comum da semana, quanto no shabat.
 
SEUDÁ MAFSSEKET / COSTUMES DO FINAL DA VÉSPERA
·         Depois de minchá, deve ser feita a seudá mafsseket. O costume é de comer chalá com mel como em rosh hashaná. Não se come peixe nesta refeição. Se come somente coisas que são fáceis de serem digeridas, como por exemplo frango. Também não se come comidas temperadas.
·         É necessário santificar mais cedo o yom kipur, para que tenha mais santidade. Portanto, a pessoa deve deixar de comer com antecedência, antes do anoitecer. Caso tenha terminado a seudá bem cedo. Que tenha em mente de não receber sobre si a santidade do dia, para que possa comer e beber, caso queira, mais uma vez antes do jejum.
·         Este dia deve ser respeitado e honrado, do mesmo modo que se respeita e honra o Shabat. Portanto deve se vestir com roupas simples e bonitas, o mesmo se aplica às roupas de cama. Se acendem velas, do mesmo modo que se acendem velas de Shabat.
·         O costume é que os pais abençoam os filhos e as filhas antes de entrarem na sinagoga, pois naquela hora já entra a santidade do dia e os portões celestiais da misericórdia já estão abertos.
·         Se costuma pôr Talit antes da shekiá, para que possa recitar a berachá. Caso tenha atrasado, que ponha o Talit, sem recitar a berachá.
 
YOM KIPUR
 
COL NIDREI
·         O costume em col nidrei, é o seguinte: a pessoa mais importante da congregação tira o sefer torá do aron kodesh, e dá volta com ele ao redor da bimá. As pessoas abraçam e beijam o sefer torá e lhe pedem perdão por tê-lo desrespeitado, recebendo sobre si daqui a diante cumprir integralmente os preceitos da torá. Após esta volta, duas pessoas importantes da congregação seguram dois sifrei torá aos dois lados do shaliach tsibur, e em seguida o shaliach tsibur inicia kol nidrei. O col nidrei deve ser iniciado durante o dia, antes do escurecer.
·         Quando o chazan recitar a berachá de shehecheianu, que tenha intenção de retirar o público nesta berachá. De qualquer modo, o mais correto é que cada um recite esta berachá sozinho em voz baixa, e que termine sua berachá antes que o chazan termine a sua, para que possa responder amen. Também  que não tenha intenção de sair da obrigação com a berachá do chazan. Quem acendeu as velas e recitou shehecheianu, que não recite na sinagoga.
 
BARCUH SHEM KEVOD MALCHUTO LEOLAM VAED
 
·         Na noite de yom kipur e no dia seguinte, após a leitura do shemá é recitado baruch shem kevod malchuto leolam vaed, em voz alta.
 
O QUE É PROIBIDO EM YOM KIPUR
 
·         No yom kipur, a torá determina cinco proibições: 1) comer & beber. 2) tomar banho. 3) untar óleo. 4) calçar sapatos de couro. 5) manter relações.
·         Além disso, é proibido nas melachot como se fosse shabat, mesmo caindo no meio da semana.
·         É permitido tocar na comida quando é necessário dar de comer aos pequenos, porém deve ser tomado o máximo de cuidado para não pôr a comida na boca.
·         A proibição de tomar banho, é somente quando se trata de banho prazeroso. Portanto, a pessoa deve tomar cuidado de não lavar mais do que o estritamente necessário, caso as mãos estejam sujas. Para a reza de minchá, neilá e arvit, já que a pessoa está o dia inteiro ocupado com as tefilot, é considerado que suas mãos estão guardadas de tocar em lugares indevidos.
·         Os cohanim que vão abençoar o público, necessitam lavar as mãos até o final  da palma da mão. Caso ao acordar tenha lavado somente até o final dos dedos, e posteriormente recitou a berachá de al netilat yadaim, ao lavar as mãos pela segunda vez, necessitarão recitar a berachá outra vez. Portanto, o mais aconselhável é  que lavem as mãos até o final da palma, para que não necessitem recitar brachá outra vez após a lavagem antes de abençoar o público.
·         O enfermo, mesmo aquele que não está em perigo, pode lavar-se de modo comum.
·         Untar óleo, é proibido até para tirar uma sujeira mesmo somente em uma parte do corpo. Porém o enfermo, mesmo aquele que não está em perigo, pode untar como em um dia comum. A pessoa que tem espinhas, é proibido passar óleo nas espinhas.
·         Calçar sapatos, de borracha ou de palha, ou de pano, é permitido.
·         É permitido ficar de pé sobre travesseiros e cobertores mesmo sendo de couro, exceto na shemone essre. A pessoa que está gripada, é permitido ficar de pé sobre algo que esquente-o, mesmo na shemone essre.
·         Todo aquele que está enfermo mesmo sem perigo, ou aquele que tem uma ferida no pé, ou uma parturiente dentro de trinta dias, estão permitidos de por sapatos de couro.
·         Quando se dá de comer à uma mulher grávida ou parturiente ou à um enfermo, dentro da medida do possível, comem cada vez uma quantidade menor do que a quantidade que lhes obriga a recitar a berachá achroná. Porém cada caso é um caso específico e que cada um se aconselhe com um rabino experiente e perito no assunto.
·         A pessoa que necessita comer por estado de perigo, caso não haja comida casher, está permitido comer comida não casher. Porém deste modo é preferível que a pessoa coma uma quantidade menor do que a quantidade que lhes obriga a recitar a bercha achroná.
·         A pessoa que come neste dia, deve recitar as berachot anteriores e posteriores. Assim também deve recitar retse caso este dia cai no shabat e yaale veyavô no bircat hamazon. Kidush não se recita neste dia
 
CRIANÇAS PEQUENAS
 
·         Crianças pequenas com menos de nove anos, mesmo que desejam jejuar um pouco, não devem fazer isto para que não cheguem a situação de perigo. Os que tem mais desta idade, é possível educá-los a jejuarem algumas horas. Em relação ao banho e calçar sapatos de couro, é permitido educar mesmo aqueles que te menos de nove anos.
 
100 BRACHOT/YIZKOR
 
·         David hamelech decretou que devem ser recitadas 100 brachot em cada dia. Porém como em yom kipur não se come e nem se bebe, a pessoa deve completar a quantidade de 100 berachot ao cheirar diversos vegetais. porém para saber qual vegetal e qual berachá deve ser recitada.
·         Recita-se yizkor neste dia, para lembrar das almas de nossos queridos falecidos. Pois ao lembrar dos falecidos, a pessoa tem em mente o final de todos e com isto dominará seus desejos malignos. Os falecidos também necessitam que sejam dadas tsedacá em seus méritos, para que com isso as pessoas possam demonstrar perante a D’us, que se este falecido estivesse vivo, também doaria tsedacá.
 
BRIT MILÁ/NEILÁ
 
·         Caso haja um neném para ser circuncidado, se faz a circuncisão antes de ashrei, e se recita a berachá de berit milá sem vinho.
·         O horário de neilá é quando o sol está na parte de cima das árvores, para que a encerre junto com a saída das estrelas. Às vezes a reza continua um pouco dentro da noite. birkat cohanim é dita, mesmo que já é noite.
·         Depois da tefilá de neilá, mesmo que caiu no shabat e ainda é dia, pois terminaram cedo, se diz avinu malkenu. Também se diz shemá israel uma vez, baruch shem kevod malchuto leolam vaed três vezes, e hashem hu haelokim se diz sete vezes. Depois se toca no shofar, para representar que a presença divina que estava conosco neste dia, subiu novamente para o céu. Não é para tocar o shofar antes de terminar o dia.
 
ARVIT PÓS YOM KIPUR/HAVDALÁ/CONSTRUÇÃO DA SUCÁ
·         Após a saída das estrelas, se reza arvit com calma sem correr, se diz atá chonantanu, e veiten lechá caso seja motsaei shabat.
·         Após a tefilá se diz kidush levaná
·         Na havdalá deve ser usada uma vela que esteve acesa durante o dia de yom kipur. Se a havdalá é feita num dia comum da semana, inicia a havdalá com borê peri hagefen e em seguida, bircat hamavdil. Com fogo e sem bessamim. Caso a havdalá seja feita em motsaei shabat, se diz hine kel yeshuati.
·         Os mais minuciosos iniciam a construção da sucá, imediatamente após yom kipur. Para que possam sair de um mitsvá para a outra sem espera.
 
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