dia dos namorados - o amor na visão judaica
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Trecho diário - Sivan Rahav Meir

Dia dos Namorados - Sivan Rahav Meir

"O amor não é o sentimento arrebatador e que cega, que encontramos no mundo literário. Na realidade, não é garantido que, com a chegada do parceiro certo, você sinta ter sido atingido por um raio ofuscante ou sita-se como se tivesse com borboletas no estômago.

Trecho diário - Dia dos Namorados
Hoje, Tu B'Av (dia 15 do mês de Av), uma das palavras mais comuns em músicas, anúncios e filmes é "amor". Tem certeza que estão  definindo isso aí corretamente? Solteiros que estavam conversando com o Lubavitcher Rebbe sobre o desejo de se casar já ouviriam dele o seguinte:"Talvez vocês tenham lido romances demais", ele sorriu."O amor não é o sentimento arrebatador e que cega, que encontramos no mundo literário. Na realidade, não é garantido que, com a chegada do parceiro certo, você sinta ter sido atingido por um raio ofuscante ou sita-se como se tivesse com borboletas no estômago. O amor verdadeiro é outra emoção, que é fortalecida ao longo dos anos. Não extingue o entusiasmo inicial, mas são as pequenas ações diárias  em conjunto que fazem o amor florescer. Como uma pequena chama, que apenas após o passar do tempo se transforma em fogo ardente. Os combustíveis deste fogo são os atos de compartilhar, cuidar, o respeito mútuo, lidar em conjunto com os obstáculos da vida, construir a vida, família e lar. Quando uma vida de dois estranhos se une e se torna uma, com tempo vem um estágio em que cada cônjuge sente que é parte de seu parceiro e nenhum dos cônjuges pode imaginar a vida sem o outro lado. Isso é amor".

• Essas palavras são dedicadas hoje à memória de Yotam Ovadia, que foi assassinado ontem no ataque ao assentamento de Adam, e à cura do ferido Yosef Ben Zeev.